segunda-feira, 8 de março de 2010

Meteorização física

Provoca nas rochas uma desagregação em fragmentos de dimensões cada vez menores, mas que retêm as características do material original. A meteorização física predomina em zonas do Globo geladas e desérticas.

Alguns exemplos da meteorização física:

_EFEITO DO GELO- CRIOCLASTIA

A água penetra nos interstícios da rocha, podendo congelar, aumentando assim o seu volume. Exerce, consequentemente, uma pressão que provoca o alargamento das fissuras e posterior desagregação da rocha.


_ACTIVIDADE BIOLÓGICA

As sementes, germinam em fendas das rochas, originando plantas cujas raízes se instalam nessas fendas, abrindo-as cada vez mais e contribuem assim para a separação dos blocos. Alguns animais também são responsáveis pela desagregação da rocha, ao cavarem galerias.

_ACÇÃO MECÂNICA DA ÁGUA DO GELO


As águas deslocam os sedimentos mais finos, formando colunas que ficam protegidas pelos detritos maiores. Essas colunas chamam-se de chaminés-de-fadas.



_TERMOCLASTIA

As variações de temperatura provocam dilatações e contracções alternadas dos minerais, que reagem de diferentes modos por terem diferentes coeficientes de dilatação.



. Reflexão:

A meteorização física pode resultar de vários factores, verifica-se desde já que a água desempenha um papel muito importante a este nível, pois pode provocar a expansão das fracturas (diaclases), porque quando a água congela, o seu volume aumenta, exercendo uma força expansiva que contribui para a desagregação da rocha. Pode-se também concluir que as rochas que sofrem meteorização física aceleram a meteorização química!!!!

. Fontes:
http://www.netxplica.com/
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domingo, 7 de março de 2010

Ser vivo da semana...Ìbis-eremita

Classificação científica:

Reino: Animalia

Ordem: Ciconiiformes
Família:
Threskiornithidae



_DESCRIÇÃO:
È uma ave que tem uma altura média de 70 cm e a envergadura das suas asas é de 125 a 135 cm. Os machos são pouco maiores do que as fêmeas. A plumagem destas aves é de cor escura com brilho metálico, sendo a cabeça e o pescoço vermelhos. O bico é curvado, de cor vermelha, igual às suas patas. O colar que possuem de plumas de cor escura e um pouco alongadas diferenciam-no dos outros íbis.
_HABITAT: Habita zonas áridas ou semi-áridas de estepes, pastagens e campos de cultivo, alimentando-se de insectos e vertebrados.
_CONSERVAÇÃO: Há cerca de cem anos havia populações de íbis-eremitas em vários pontos da Europa Central, Norte de África e na zona este do Mediterrâneo. No entanto, os exemplares foram diminuído cada vez mais, encontrando-se apenas em liberdade no Sudoeste Asiático.



. Reflexão:
Esta ave, tal como a grande maioria que vive nas zonas húmidas e pantanosas, é muito sensível às alterações que se produzem nesses locais. Deste modo, entrou em extinção, mais uma vez por culpa do Homem, que pôs\põe o seu habitat em perigo e desenvolve actividades que são prejudiciais a nidificação desta espécie.
Por outro lado, estes íbis distinguem-se dos restantes, dado que possuem um colar de plumas de cor, que na minha opinião os torna mais «engraçados» do que os outros!!!!
. Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dbis

sábado, 6 de março de 2010

Meteorização das rochas e erosão


Alguns minerais formam-se em profundidade. Devido a movimentos tectónicos estes podem aflorar à superfície, ficando sujeitos a acções de agentes como a água, o ar, o vento, as mudanças de temperatura e os próprios seres vivos. Estes agentes provocam a sua alteração física e química, fenómeno que é designado por meteorização.

Os minerais ao encontrarem-se em desequilíbrio, experimentam alterações profundas. Em consequência da meteorização, as rochas vão sendo desagregadas e alteradas. Os materiais resultantes da meteorização podem ser removidos do local, remoção essa denominada por erosão.


. Reflexão:
A distinção entre meteorização e erosão é muito importante para o estudo das rochas sedimentares, temos de ter sempre presente que a meteorização está associada à modificação da rocha que pode ser física ou então química. Já erosão implica a remoção dos materiais.
. Fontes:

http://www.netxplica.com/

sexta-feira, 5 de março de 2010

Formação das rochas sedimentares

A formação das rochas sedimentares ocorre à superfície do Globo ou próximo dela a partir de detritos ou clastos de diferentes dimensões, de materiais orgânicos ou restos de seres vivos, ou da precipitação de substância dissolvidas na água (ver tabela).


Implica duas etapas fundamentais:
· Sedimentogénese: formação, transporte e deposição dos materiais provenientes da rocha-mãe.
· Diagénese: responsável pela consolidação dos sedimentos e a sua transformação numa rocha consolidada.


. Reflexão:

As rochas sedimentares cobrem 75% da superfície terrestre, no entanto, ocupam uma posição modesta na constituição da crustra terrestre, pois apresentam apenas 5% do volume. Nas próximas postagens serão abordados os processos compreendidos pela sedimentogénese, meteorização, erosão, transporte e sedimentação e também pela diagénese, onde se inclui a compactação e a cimentação.


. Fontes:
http://www.netxplica.com/

Notícia #22

Cientistas descobrem os familiares mais antigos dos dinossauros


Paleontólogos descobriram na Tanzânia os fósseis de criaturas próximas dos dinossauros que viviam na Terra dez milhões de anos mais cedo do que os dinossauros mais velhos até então conhecidos.

A nova espécie chama-se Asilisaurus kongwe, viveu há 240 milhões de anos e media pouco mais de um metro de altura. Até agora pensava-se que os dinossauros mais antigos tinham 230 milhões de anos. Pertence ao género Silesaurus, um grupo com características muito semelhantes aos dinossauros.

A equipa, liderada por Sterling Nesbitt, afirma que os Silesaurus e os dinossauros conviveram durante parte do Período Triásico (há 250 e 200 milhões de anos).

Os paleontólogos descobriram fósseis de 14 indivíduos no Sul da Tanzânia, o que lhes permitiu reconstruir um esqueleto quase completo. Ficaram a faltar apenas pequenas partes da cabeça e da pata. Este quadrúpede pesava entre dez e 30 quilos.

A existência deste animal que se alimentava, provavelmente, de carne e de plantas é um indicador da riqueza da fauna antes de os dinossauros dominarem o planeta.

“Esta descoberta permite-nos pensar que os dinossauros eram apenas um dos grandes grupos de animais cuja diversidade explodiu durante o Triásico”, comentou Nesbitt, da Universidade do Texas, em Austin.


. Reflexão:
Esta descoberta vem contribuir para o conhecimento de mais grupo e relembrar a enorme biodiversidade que este é dotado, estes antepassados dos dinossauros poderão fornecer dados sobre variados aspectos da vida da Terra e também estudar a afinidade entre outros seres vivos. Não nos podemos esquecer que para tal são necessários testes rigorosos, que envolvem a hibridação de DNA, a comparação de estruturas e outros elementos essenciais para estabelecer as relações de parentesco acertadas.


. Fontes:

04.03.2010 - DN.PT
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